sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

MEC quer acabar com o único aspeto positivo da BCE

De acordo com o Público pretende-se que os diretores tomem a rédea das colocações como aconteceu a partir de outubro.
Tal situação  permitirá mais abusos, injustiça e possivelmente ilegalidade abrindo a porta ao compadrio tal como se tem verificado nas Contratações de Escola e AEC, o que é uma vergonha.

A impossibilidade de os diretores ou quem quer que fosse "colocar a mão" nas colocações foi talvez o único aspeto positivo da BCE.



Chega de "trapalhadas" de concursos de BCE's e CE's,
para quando um concurso único,
 com uma lista única, ordenada unicamente pela graduação,
que sendo igual para todos e facilmente comprovável é sem dúvida a mais justa de todas.

Para quando a entrada em quadro dos docentes realmente necessários à escola pública?
 
OS PROFESSORES QUEM UMA LISTA DE GRADUAÇÃO ÚNICA!
 
OU SERÁ ISTO DEMAIS PARA UM ESTADO DE DIREITO DEMOCRATICO?
 

1 comentário:

  1. A BCE não teve nenhum aspeto positivo, foi apenas um meio de colocar professores de forma ilegal. Os diretores colocaram, e bem!!!, a mão na elaboração das listas, pois definiram os critérios e sub critérios que mais lhes convieram. A DGAE foi conivente com esta palhaçada, pois como houve colocações e os diretores não chatearam muito, tudo passou impune. Listas com docentes a subirem 900 lugares foi correto? NÃO! Mas é o que está a acontecer, ainda hoje.

    ResponderEliminar

Nota: só um membro deste blogue pode publicar um comentário.